Os feriados e a República
DOI:
https://doi.org/10.48751/CAM-2026-25479Palavras-chave:
Feriados, República, Memória coletiva, PortugalResumo
Os feriados, além de espaços de sociabilidade ou, mais precisamente, de lazer ou de não-trabalho institucional ou empresarial, são ou deveriam ser tempos de memória. Pode dizer-se que alguns dos feriados mais celebrados no domínio popular são certos feriados municipais e até os que correspondem às “festas das aldeias”, em que muitas vezes a celebração de um santo é apenas considerada como pretexto para a festa laica, à mesa ou em bailes populares. Esta reflexão é uma hipótese de trabalho que pode estimular não tanto historiadores, mas antropólogos, sociólogos, politólogos e jornalistas, ou ajudar os cidadãos a pensar sobre o significado que devem imprimir aos feriados.
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