Lugares e formas de convívio em Lisboa nos séculos XVI e XVII
DOI:
https://doi.org/10.48751/CAM-2025-24423Palavras-chave:
Lisboa, Lugares de sociabilidade, Época ModernaResumo
Este artigo aborda os lugares de Lisboa onde, no século XVI e primeiras décadas da centúria seguinte, a população da cidade mais interagia de modo informal. Partindo de um conjunto de processos inquisitoriais que referem os locais em que surgiram conversas durante as quais foram reveladas infrações aos padrões religiosos ou morais dominantes, o objeto do presente trabalho consiste em identificar os lugares de sociabilidade mais comuns à população, utilizados enquanto cenários daquelas revelações, para cuja escolha concorreram as respetivas condições de acessibilidade, comodidade, privacidade ou outras. Partiu-se do pressuposto de que a condição de cristão-novo ou de suspeito de qualquer infração aos olhos do Santo Ofício não alterava aspetos da vida quotidiana como os locais por onde as pessoas se deslocavam ou onde se cruzavam ocasionalmente.
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